Tradução em andamento do livro “A Dispensational or a Covenantal Interpretation of Scripture - Which is the Truth?” por Bruce Anstey
Este livro encontra-se em processo de tradução, portanto para uma leitura mais ordenada sugiro que comece pela postagem mais antiga no Arquivo da coluna da direita.

A Teologia do Pacto QUEBRA a Ordem dos Eventos Profeticos

A Teologia do Pacto quebra a ordem dos eventos proféticos. Exceto, talvez, pela vinda do Senhor e pela condenação final dos ímpios no lago de fogo, ela nos diz que as profecias do Antigo Testamento e do livro de Apocalipse já se cumpriram! Portanto não existiria um período de sete anos de Tribulação por vir, nenhum Armagedom etc.!

Outro exemplo dessa confusão é a ideia de que quando o Senhor vier, o Arrebatamento e a Manifestação ocorreriam ao mesmo tempo. Todavia as Escrituras indicam que isso é impossível, já que existem muitas coisas que devem ocorrer entre o Arrebatamento e a Manifestação. O Senhor deve primeiro nos levar para a casa do Pai (Jo 14:2-3), e nos fazer assentar à Sua mesa e nos servir com felicidade celestial (Lc 12:37). Ele irá então assumir Seu lugar no Tribunal de Cristo e revisar a vida de cada um (2 Co 5:10, etc.). Depois disso haverá um tempo de adoração ao redor do trono no céu, e lançaremos nossas coroas aos Seus pés (Ap 4-5). Em seguida acontecerão as bodas do Cordeiro (Ap 19:7-8) e então a ceia que se segue (Ap 19:9). Essas coisas seriam impossíveis de acontecer no curto espaço de tempo que a interpretação da Teologia do Pacto sugere.

Além disso, se a vinda do Senhor para julgar “os vivos e os mortos” (2 Tm 4:1; 1 Pe 4:5) ocorresse no final do reino de Cristo, quando a Igreja tivesse supostamente convertido o mundo todo a Deus, quem dentre os vivos seria julgado nessa ocasião?

É difícil de acreditar, mas os teólogos do Pacto acham que a profecia já se cumpriu de alguma forma mística ou espiritual! Como poderiam eles explicar, em um sentido espiritual, o Anticristo sentando-se no templo e declarando ser Deus? (2 Ts 2:3-4). E como poderiam eles interpretar espiritualmente a volta das tribos de Israel à sua terra e fazer com que isso signifique algo lógico? (Dt 30:1-5; Is 10:20-22; 11:11-13; 26:19; 27:12-13; 35:10; 49:8-26; 66:19-20; Jr 30-33; 46:27-28; Ez 20:34; 34:11-16; 36:16-38; 37:1-28; Dn 12:2; Os. 6:1-3; 14:1-9; Mq 4:6-7; 5:3; Zc 8:7-8; Am 9:14-15; Sl 68:22; Sl 120-134; Lv. 23:24-25 – “a Festa das Trombetas”). Poderíamos fazer ainda muitas outras perguntas para enfatizar este ponto.



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